Colaboradores se reúnem para honrar e rememorar a vida e obra de São Camilo de Lellis

Em comemoração ao dia de São Camilo de Lellis, os colaboradores reuniram-se nesta data, na Mantenedora, para honrar e rememorar a vida e obra de São Camilo de Lellis.

O momento foi presidido pelo Superintendente Sr. Justino Scatolin que apresentou a vida e obra de São Camilo, seguido pelo Sr. Jair Gomes de Araújo que trouxe aos presentes, a grandeza da São Camilo. Finalmente, foi franqueada a palavra aos presentes que puderam expressar seus agradecimentos a São Camilo de Lellis.

Nascido em Bucchianico, cidade do reino de Nápoles, Itália, no dia 25 de maio de 1550 e falecido em Roma, no dia 14 de julho de 1614, com 64 anos, Camilo de Lellis foi fundador da Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos) e é venerado como santo da Igreja Católica sendo considerado o protetor dos enfermos e dos hospitais além de ser o guardião da caridade.

Foi ordenado sacerdote aos 34 anos. A sua companhia rapidamente se distingue pela caridade no tratamento de doentes. Em 21 de Setembro de 1591, o Papa Gregorio XIV a reconhece como ordem religiosa. Em 8 de Dezembro de 1591, Camilo e seus companheiros fazem a sua profissão de fé, incluindo um quarto voto de dedicação aos doentes, ainda que com risco de sua própria vida.

Não bastou a Camilo tomar consigo apenas bons enfermeiros e alguns até médicos, os doentes careciam também de assistência religiosa. É evidente que a alma bem cuidada dispõe melhor o corpo para suportar os sofrimentos e sobrepor-se à doença. Vale destacar que antes de ser santo, Camilo não tinha qualquer ligação de fé no Senhor. Segundo relato de um companheiro, “[Camilo] Contemplava nos doentes, com tão sentida emoção, a pessoa de Cristo que, muitas vezes, quando lhes dava de comer, pensando serem outros cristos, chegava a pedir-lhes a graça e o perdão dos pecados. Mantinha-se diante deles com tanto respeito, como se estivesse realmente na presença do Senhor. De nada falava com mais frequência e com mais fervor do que da santa caridade. O seu desejo era imprimi-la no coração de todos os homens.

Respeitava e praticava a Alteridade, como referencial Bioético, sem saber que assim agia.

“Irmãos, se fazes o mal com prazer, o prazer passa e a maldade fica; se fazer uma obra virtuosa com esforço, o esforço passa e a virtude permanece”.